Alunos plantam mudas de árvores no fundo de vale do Córrego da Forquilha

 

Publicado em: 26/08/2019 13:29 | Fonte/Agência: Fonte: Caroline Vicentini/NCS/PMI

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Alunos plantam mudas de árvores no fundo de vale do Córrego da Forquilha

Atividade é mais uma etapa do Plano de Restauração Ambiental da APP, conduzida pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Samae e alunos do Unida

Dando continuidade ao Plano de Restauração Ambiental do Fundo de Vale do Córrego da Forquilha, em Ibiporã, os alunos do segundo ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Unidade Polo realizaram na quinta-feira (11) o plantio de 50 mudas de árvores nativas do bioma Mata Atlântica, tais como pata de vaca, jurubeba, ipê branco e amarelo e dedaleira.

Acompanhados do diretor de meio ambiente da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente (SAAMA), Hélio da Silva, do assessor e estagiário da SAAMA, Celso Moraes e Gabriel Rossato, respectivamente, do coordenador de Resíduos Sólidos e de Educação Ambiental do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), Miguel Gardini, e do professor de Geografia, Gilberto Pauletti, os estudantes fizeram o plantio das mudas em uma área bastante devastada da Área de Preservação Permanente (APP) do Córrego da Forquilha.

Conduzido pela SAAMA e o Samae, com a participação dos alunos do Colégio Unidade Polo, o programa objetiva promover o conhecimento e o sentimento de preservação ambiental das Áreas de Preservação Permanente (APPs) urbana ou fundos de vale do Município de Ibiporã, de modo a garantir a manutenção da sua capacidade reprodutiva.

O plano foi lançado em março e possui um cronograma de atividades até novembro. Dentre as ações educativas já realizadas com os alunos estão palestras, visitação à área de preservação permanente do Córrego Forquilha, que se encontra bem degradada, com erosão e depósito irregular de lixo, visita ao Parque Estadual de Ibiporã e ao Viveiro Municipal, coleta e cultivo das sementes, plantio de mudas nativas e cuidados com as plantadas, para que os estudantes possam estar em contato direto com a realidade do local e entendam quais os desafios enfrentados para revitalização e preservação do meio ambiente. “Acreditamos que envolvendo as crianças e adolescentes em todas as etapas do processo será de fato desenvolvida uma consciência de preservação ambiental”, ressalta Silva.


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